Arquivo do mês: outubro 2014

escapismos

míopes contornos borram a porra da noite são vícios e vinhos espantados pelas adolescentes manias estranhas vestidas em casacos de couro radicalmente petulantes é noite: desconhecida o caminho de volta, incógnita sei do balé de seus olhos: outrora escapa-me entre … Continuar lendo

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dijon

à guisa de qualquer sabor amarelo ou frutíferos devaneios etílicos salivas ungidas de licor e vinho dançam em correntes tortuosas de suor e medo quantas fúrias, por entre seus becos indecentes culminam em bailes, fulgores mundanos secura da noite faminta, … Continuar lendo

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desconexa

rota num amplexo desconexo marota latinidade flanante imperdoável cheira a café a vertigem dos teus seios suburbanos linhas cruzadas e perdidas os fios da tua pele, enovelados com barrocas estruturas e bailados um sussurro esparramado na distância idiomas difusos em … Continuar lendo

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chuva

desenha, verticalmente a transparência de si mesma veloz, indolente num cima-a-baixo irrefreável circular, potente inquebrável esplêndida, em torrente explodir inevitável da nebulosa espera ao lançar-se, das trevas junto a milhões aos seus lados esguia, no início, tímida, durante, espraiada – … Continuar lendo

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