Arquivo do mês: abril 2015

calar

à luz âmbar, divã: examino-me na fronteira mundo-carne – espanto. das substâncias fluentes textos e beijos: lamentos. brisas noturnas ceifam o querer aplacam em sordidez pura qualquer dizer perder-se nos vãos barrocos da memória, saída provável sonhar a dissolução da … Continuar lendo

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invisível

no claustro da redoma, atrás da fronteira à sombra, à espreita, na fresta, a colheita, o passado-futuro furta-cor soterrada no medo na trincheira de um texto sob o suspirar lento do trauma e o efeito colérico do torpor narcótico destino-correnteza … Continuar lendo

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trauma

lança-te no penhasco, apronta-te! ao percorrerem-te os dedos rubros do querer quebra a tua imagem em mil cores espelhadas ao beijar o vento verticalmente da boca aos pés sabes que, ao revirar os peixes e mares de um beijo todos … Continuar lendo

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