Arquivo da categoria: misturas

cabeça

de prego, agulha, alfinete de vento de pau da empresa, do esquema do capítulo, matéria, poema do crime: a inteligência em parafuso perdida quebrada inchada exaltada explodindo erguida ou fresca num susto, quando é busto feita, raspada sagitários, lado a … Continuar lendo

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aprendendo a escrever

narra, narra, narrador serra, serra, serrador serra, serra, serra a dor

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claustro

de que forma é possível uma palavra respeitar? deixando-a livre do grilhão da forma ou botando numa linha para andar? seu voo, aberto e sem planos, corre feito rio curvilíneo aprisionada nos ditames categóricos para fins meramente alegóricos são malabares … Continuar lendo

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da mulher distante

há um sorriso que escapa logo, contido; enquadrado na carapaça de linhas retas que embalam o vazio há uma mulher que escapa pelo baile dos olhos na obliquidade das interjeições e se aquieta, arrefecida, no vapor dos senões.

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nevrálgica

pinça o tendão repuxa no entre pélvico sorumbático, soturno num poente estático de fluxo e seiva na nervura fértil mágica nevrálgica.

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cárcere, privado

tapete feito para ocultar problemas metacriminalidade fratura exposta no choque de foices e colarinhos gatunos sociais, soltos ladrões de galinha, em gaiolas

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istambul

nas mesquitas, um grito repetido, rivaliza com o ruído da multidão que aflora das tuas entranhas, também de fora sedentos todos pelo caos tecido de cimento, as vias embolam o tráfego dos afetos e mercadorias fluxo de excessos: melancolia a … Continuar lendo

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